Mühlgrund / Nerma Linsberger


© Thomas Hennerbichler

© Thomas Hennerbichler
  • Cliente: ÖSW
  • Paisagismo: Land in Sicht
  • Construção: KS Ingenieure

© Thomas Hennerbichler

© Thomas Hennerbichler

Conceito Urbano
A estrutura introvertida do edifício é a resposta à estrutura heterogênea dos arredores. Com limites claros no norte, leste e oeste, a área abre-se para o sul para uma paisagem clara. Duas edificações com pátios constroem a sequência espacial urbana e criam uma relação com vista para o sul. Cortes, aberturas e grandes janelas estruturam os limites a oeste, norte e leste criando um diálogo com o espaço urbano circundante.


Planta Baixa

Planta Baixa

Estrutura da Edificação
Os módulos dos ambientes, suas larguras e a profundidade da estrutura criam um complexo espacial simples, mas muito dinâmico. O pórtico serve como espaço de comunicação e encontro. A fachada transparente, com suas grandes e pequenas aberturas, oferece sequências especiais interessantes, mudanças de perspectivas e diferentes visuais.


© Daniel Hawelka

© Daniel Hawelka

Dentro do complexo, os apartamentos térreos usufruem do espaço livre da área para si. O pórtico conecta os três edifícios principais e oferece visões e ambientes de estar únicos.


© Thomas Hennerbichler

© Thomas Hennerbichler

Estrutura do Apartamento
A estrutura espacial variável oferece uma abertura e uma dinâmica que abrange a diversidade das demandas habitacionais (o primeiro apartamento, um grupo de pessoas em mudança, uma família crescendo…).

A estrutura modular e economicamente otimizada permite grande diversidade.


© Thomas Hennerbichler

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Ao propor apartamentos do Tipo B, são criados apartamentos maiores com uma unidade sanitária completa, sem a necessidade de criar infraestrutura adicional para eles. É também possível conectar os ambientes entre os apartamentos B e C, assim como integrá-los por completo se assim for necessário.

Os apartamentos são muito compactos e otimizados economicamente.


Planta Baixa

Planta Baixa

Os apartamentos oferecem o mesmo padrão de qualidade com menos espaço útil.

Para dar aos apartamentos compactos mais espaço para “respirar”, alguns dos apartamentos do Tipo B foram projetados com uma sala de estar com um pé direito de 4 metros.


© Daniel Hawelka

© Daniel Hawelka

Fachada
Existem duas estruturas de fachadas diferentes. A “cortina” é a pele transparente que contém aberturas maiores e menores que permitem diferentes visuais, bem como permite a incidência de suficiente luz natural. Já os módulos dos ambientes são projetados de forma que, de acordo com a planta, sejam organizados de forma diferente, criando um padrão irregular, mas coerente em si mesmo.


© Daniel Hawelka

© Daniel Hawelka

© Daniel Hawelka

© Daniel Hawelka

Redução de Custos através do Planejamento
Criar apartamentos compactos com menos espaço utilizável mas mesmo padrão de apartamentos e mesma qualidade de vida. O pórtico é projetado de forma a minimizar a quantidade de elevadores e escadas, o que acarreta em menores custos no processo de construção e no uso cotidiano. O núcleo de banheiros é construído com sistemas de tubulação curtos, resultando numa estrutura de construção compacta.


© Daniel Hawelka

© Daniel Hawelka

Moradia Adaptada à Mudanças
O grid compacto e o posicionamento otimizado dos núcleos de áreas molhadas permitem uma grande flexibilidade na concepção dos apartamentos para futuras mudanças na vida dos habitantes. Mudanças dentro do apartamento são relativamente fáceis de fazer e refletem a possibilidade de adaptação frente às mudanças na vida dos moradores nas diferentes fases da vida. Os ambientes serão usados para descansar, trabalhar, brincar, aprender e entre outros. O complexo também deve oferecer espaços de ateliê para locação e um centro de assistência a crianças.


© Thomas Hennerbichler

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Descrição do Produto. Placas de metal perfuradas que atuam como proteção solar e contra chuvas e que também servem como um elemento arquitetônico importante para dar ao edifício uma identidade reconhecível.

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Clássicos da Arquitetura: Capela Thorncrown / E. Fay Jones


© Randall Connaughton

© Randall Connaughton

Escondida no meio das florestas que cercam as Montanhas Ozark no estado americano de Arkansas, a capela Thorncrown descansa entre os carvalhos, os pinheiros e plátanos. A capela humilde, projetada por Euine Fay Jones, tem menos de 35 anos – ainda assim, figura no registro de edifícios histórico dos Estados Unidos, tendo sido nomeada um dos dez maiores edifícios do século XX, pela Associação de Arqutetos Americanos, e até chamada de melhor edifício americano desde 1980.


© Randall Connaughton

© Randall Connaughton

No final da década de 1970, o professor aposentado Jim Reed comprou a propriedade onde a capela Thorncrown seria implantada- originalmente como um espaço para seu refúgio de aposentadoria. Mas, depois de ver turistas parando ao longo da estrada para ver a beleza da área, sua visão mudou. Ele imaginou-a como um templo ecumênico, sem uma religião definida, um lugar espiritual – que Jones mais tarde descreveria como um “lugar para pensar seus melhores pensamentos”. Talvez a sua simplicidade seja o que atraia mais de 2000 visitantes diários – é a arquitetura que todos, e não apenas arquitetos, conseguem entender e apreciar.


© Randall Connaughton

© Randall Connaughton

A extraordinária estrutura de vidro e madeira foi sonhada por E Fay Jones enquanto ele trabalhava em Little Rock e trabalhava como decano na Escola de Arquitetura da Universidade de Arkansas em 1978.


© Randall Connaughton

© Randall Connaughton

Com mais de 425 janelas de vidro e uma estrutura de colunas e treliças repetitivas, a capela vertical é como uma “floresta dentro de uma floresta”, atingindo 14,6 metros de altura, 18,2 metros de comprimento e apenas 7,3 metros de largura. Uma claraboia central permite que porções generosas de luz se espalhem para o espaço interior. Luminárias personalizadas instaladas em cada um dos pilares são refletidas pelo vidro durante a noite, como se estivessem acesas em algum lugar da floresta.


© Randall Connaughton

© Randall Connaughton

Para Jones, o processo de construção era tão importante quanto o objeto final. Sua prática era única na medida em que ele empregava não só jovens arquitetos, mas artesãos, como pedreiros e carpinteiros, cuja influência é evidente na Capela. Cada treliça foi feita com pinheiros locais – “não maiores do que o que dois homens podiam transportar através da floresta”. Peças de 5×10 cm, 5×15 cm e 5×30 cm foram montadas no local e posteriormente erguidas, deixando um impacto mínimo no terreno. Na verdade, o único aço visível no projeto são os padrões em forma de diamante centrados em cada uma das treliças.


© Randall Connaughton

© Randall Connaughton

Nascido na pequena cidade de Pine Bluff, Arkansas, em 1921, Jones nunca teve o desejo de tornar-se tão famoso quanto seu amigo íntimo e influente Frank Lloyd Wright. Na verdade, talvez as palavras na entrada da Capela Thorncrown encapsulem melhor E Fay Jones e seu modo humilde de fazer arquitetura: Por favor, entre e sente-se por algum tempo, apenas como você é.

Referências

“AIArchitect, December 19, 2005 – Thorncrown Chapel Wins AIA 2006 Twenty-five Year Award.” AIA.org. Web. 29 de Julho de 2014.

“The Architecture of Thorncrown Chapel.” Thorncrown Chapel. Web. 01 de Agosto de 2014.

“Fay Jones Collection, University of Arkansas Libraries.” Fay Jones Collection, University of Arkansas Libraries. Web. 29 de Julho de 2014.

“Special Collections.” Manuscript Collection 1373 | University of Arkansas Libraries. Web. 29 de Julho de 2014.

  • Arquitetos: E. Fay Jones
  • Localização: 12968 U.S. 62
  • Arquiteto Responsável: E. Fay Jones
  • Área: 133 m²
  • Ano Do Projeto: 1980
  • Fotografias: Randall Connaughton

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Edifício "Banco" + Hotel W / Office Winhov


© Stefan Müller

© Stefan Müller
  • Arquitetos: Office Winhov
  • Localização: Spuistraat 172, 1012 VT Amsterdã, Holanda
  • Área: 8200.0 m2
  • Ano Do Projeto: 2016
  • Fotografias: Stefan Müller
  • Restauro: Hoek Architectuur & Restauratie
  • Interiores: Baranowitz + Kronenberg
  • Sustentabilidade: Breeam Gold

© Stefan Müller

© Stefan Müller

Do arquiteto. A restauração e transformação do antigo edifício do Kas Bank rejuvenescerá este monumento nacional o convertendo num hotel cinco estrelas. O edifício, originalmente desenhado por F.W.N. Poggenbeek em 1908 foi construído em fases até 1932. O edifício segue a tipologia clássica dos bancos com abóbodas no térreo e uma sala monumental no primeiro pavimento com os escritórios acima. O edifício é uma das primeiras construções de concreto nos Países Baixos e está finalizado com uma fachada de arenito.


© Stefan Müller

© Stefan Müller

Corte

Corte

© Stefan Müller

© Stefan Müller

O novo desenho respeita o caráter monumental do edifício, o realça e o transforma num espaço público. Agora o projeto abriga um spa, um bar e um luxuoso restaurante. Ao longo da Spuistraat inclui uma incubadora criativa para os talentos holandeses mostrarem seu trabalho da economia criativa. Os pavimentos superiores abrigam 66 habitações e suítes como extensão do Hotel W.



Isométrica

Os elementos históricos do edifício, como a fachada, as abóbodas, o pavilhão público e as escadas, são cuidadosamente restaurados. Os componentes adicionados se distinguem pelos materiais contemporâneos e os detalhes restringidos, os tornando reconhecíveis, mas harmonizando com o edifício existente.


© Stefan Müller

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Edifício "Banco" + Hotel W / Office Winhov


© Stefan Müller

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  • Arquitetos: Office Winhov
  • Localização: Spuistraat 172, 1012 VT Amsterdã, Holanda
  • Área: 8200.0 m2
  • Ano Do Projeto: 2016
  • Fotografias: Stefan Müller
  • Restauro: Hoek Architectuur & Restauratie
  • Interiores: Baranowitz + Kronenberg
  • Sustentabilidade: Breeam Gold

© Stefan Müller

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Do arquiteto. A restauração e transformação do antigo edifício do Kas Bank rejuvenescerá este monumento nacional o convertendo num hotel cinco estrelas. O edifício, originalmente desenhado por F.W.N. Poggenbeek em 1908 foi construído em fases até 1932. O edifício segue a tipologia clássica dos bancos com abóbodas no térreo e uma sala monumental no primeiro pavimento com os escritórios acima. O edifício é uma das primeiras construções de concreto nos Países Baixos e está finalizado com uma fachada de arenito.


© Stefan Müller

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Corte

Corte

© Stefan Müller

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O novo desenho respeita o caráter monumental do edifício, o realça e o transforma num espaço público. Agora o projeto abriga um spa, um bar e um luxuoso restaurante. Ao longo da Spuistraat inclui uma incubadora criativa para os talentos holandeses mostrarem seu trabalho da economia criativa. Os pavimentos superiores abrigam 66 habitações e suítes como extensão do Hotel W.



Isométrica

Os elementos históricos do edifício, como a fachada, as abóbodas, o pavilhão público e as escadas, são cuidadosamente restaurados. Os componentes adicionados se distinguem pelos materiais contemporâneos e os detalhes restringidos, os tornando reconhecíveis, mas harmonizando com o edifício existente.


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